segunda-feira, 14 de março de 2011

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Guppies






Eutanásia de Peixes

Embora isso mexa com a emoção de muitas pessoas, é fato que apesar de se tentar manter os peixes o mais saudáveis possível, às vezes alguns ficam doentes. Também é fato que mesmo se tentando fazer o melhor possível para salvar os doentes, alguns não melhoram e chegam ao chamado estado terminal. O que fazer então? A resposta vai depender da natureza de cada pessoa e das condições específicas do momento.

Se você está acompanhando de perto a situação do peixe e quer ter a paz de espírito de saber que fez absolutamente tudo para salvá-lo, então insista no seu tratamento até que ele melhore ou morra. Note que neste caso você pode estar prolongando por muitos dias o sofrimento de um peixe que na verdade não tem mais chance de recuperação.

Por outro lado, se você é capaz de lidar bem com o fato de estar deliberadamente matando um peixe de estimação e convencido que será melhor para ele, então a eutanásia é a opção, da mesma maneira que para outros animais de estimação. Note que neste caso você sempre estará correndo o risco de matar um peixe que na verdade poderia ter salvação.

Se você chega à conclusão que a eutanásia é a melhor opção, então como fazê-la para minimizar o sofrimento do peixe? Várias soluções já foram propostas na literatura. Métodos há muitos - matar é fácil - mas como fazer isto sem que o peixe sofra mais do que sofreria morrendo pela doença é o que queremos. Como fazer para que essa morte seja a mais rápida e indolor possível?

O assunto é muito polêmico e difícil de discutir para quem ama os animais em geral - indicativo de que tem condições de amar as pessoas e a vida - e mais difícil ainda para quem se apega de alguma forma a um animal de estimação - no caso um peixe - sobre o qual tem responsabilidade total. Mas há algumas considerações que aparentemente são amplamente aceitas:

  • O método deve resultar em morte o mais rápida e indolor possivel.
  • O método utilizado deve ser feito por quem tenha domínio sobre a técnica e o manuseio do material utilizado
  • O método tem que ser ética- e esteticamente aceitável para quem o aplica, compatível com o pensamento e a estrutura psicológica de seu executor.
  • Também é razoável assumir que os melhores resultados em geral são os que incluem o uso prévio de substâncias anestésicas em conjunto com qualquer outro método. Muitos destes procedimentos e materiais para anestesia não estão ao alcance do aquarista comum, pois poderiam ser danosos para o usuário destreinado. Mas quem tem acesso a anéstesicos e aos cuidados para seu uso em peixes não deve se furtar de tirar proveito disso. Na verdade é a única forma garantida de não produzir sofrimento para o peixe, e ajuda bastante nos efeitos sobre os sentimentos morais e éticos do aquarista. Neste caso, talvez sejam desnecessárias as recomendações quanto aos cuidados pois quem tem experiência no seu uso certamente as conhece bem. Se o aquarista não tiver experiência no manuseio e aquisição fácil dos anestésicos, de nada adiantarão maiores discussões e quem os conhece, certamente prescinde disto.

    Tendo em vista tudo isto, vamos descrever em seguida algumas das opções mais usadas e apresentar apenas uma breve análise de cada uma, pois no final a decisão sobre qual método (ou combinação) usar tem que ser sua.

    A. Métodos Químicos

    1- Overdose de anestésicos
    Utiliza produtos de venda restrita como benzocaína, hidrocloreto de benzocaína, sulfato de quinaldina, sódio-pentobarbital, 2-fenoxietanol, cloreto de etila, tricaína metano sulfonato (TMS, MS222). Estes produtos, por serem anestésicos poderosos, não são de acesso fácil aos aquaristas comuns. A maioria destes compostos são perigosos e requerem cuidados especiais ao serem manipulados, sendo utilizados somente por pessoas devidamente treinadas em locais controlados como laboratórios e hospitais. Em doses adequadas, estes produtos produzem sono profundo, coma e morte.

    2- Éter Dietílico/Sulfúrico
    Foi o primeiro anestésico geral usado em medicina. À venda em farmácias sem maiores problemas. O éter apresenta um ponto de ebulição baixo, próximo a temperatura ambiente. Por isso, mais perigoso do que inalá-lo é o risco de explosão. Em dias quentes a pressão no interior dos frascos que armazenam o éter é grande e se esse frasco, principalmente se for de vidro, for manipulado de forma inadequada, ele pode explodir ao ser tocado. Isso é um acidente muito comum nos laboratórios de química. Outro ponto é que o vapor de éter se acúmula próximo ao chão, e se algum desavisado que estiver fumando próximo jogar uma bituca acesa no chão...!!! Serve para quem tenha os devidos cuidados e conhecimento de manuseio. Coloca-se o peixe num recipiente seco e levemente fechado, onde haja um algodão embebido na droga. Isto o fará dormir - se não o matar. Em seguida procede-se a outro método qualquer para a morte. O próprio éter pode matar, dependendo do tempo de exposição. O éter é de fato desaconselhado para o aquarista que não tenha conhecimento para manuseá-lo, pelo risco de explosão, incêndio, etc. Além disto, deve-se tomar muito cuidado com o éter estocado há muito tempo pela possibilidade da produção de outros tóxicos. Não é mesmo recomendado para quem não tenha experiência com ele.

    3- Método da Vodka
    Retira-se a água do aquário (o necessário para abrigar o peixe), colocando em uma jarra ou balde, acrescenta-se 10-20% de uma vodka (por exemplo) ou 5-10% de álcool comum, e em seguida introduz-se o peixe. O álcool vai atuar como anestésico, fazendo o peixe deitar-se no fundo em poucos segundos e literalmente "embriagar-se" até a morte em poucos minutos. O método NÃO envolve jogar o peixe direto no álcool! Existe uma diferença brutal entre o álcool puro/concentrado e o álcool diluído em termos da sensibilidade das mucosas, o que nós mesmos podemos perceber quando provamos na boca uma bebida alcoólica fraca ou uma muito forte.

    4- Óleo de Cravo
    Semelhante ao descrito para o álcool, mas em dose bem menor. Na dose de 40 mg/L produz anestesia em 1 min em formas jovens de peixes médios.

    5- Método do Alka-Seltzer ou do Bicarbonato
    Ambos consistem na produção de CO2 pela reação química entre um ácido e bicarbonato. A diferença é que no comprimido de Alka-Seltzer, um ácido orgânico fraco na forma sólido (geralmente ácido cítrico) vem misturado ao bicarbonato e a reação só ocorre na presença de água. Induzem narcose e morte por asfixia devido à produção de CO2 em alta concentração na água. Algumas pessoas defendem o método como indolor, enquanto outras criticam afirmando que o peixe sofre bastante.

    B. Métodos Físicos

    6- Método da Fritura (Cozimento)
    Neste caso se coloca água para ferver e, quando estiver em grande ebulição, joga-se o peixe na panela...Ouve-se um SHHHHH por 2 ou 3 segundos, dependendo do tamanho do peixe e ele parece um torpedo durante estes segundos. Suas proteínas rapidamente se desnaturam, sobrevindo morte quase imediata. Neste caso o maior sofrimento costuma ser para o aquarista ao ver a cena.

    7- Método do Congelamento
    Coloca-se o peixe numa vasilha com água do aquário e em seguida esta vai para o congelador ou freezer. Algumas pessoas defendem o método por acreditarem que o peixe, sendo de sangue frio, não sofre com o resfriamento e congelamento. Além disso é conveniente para o aquarista pois o peixe não morre à sua vista. Mas infelizmente não há máquina de congelamento imediato...às vezes demora muito para o peixe morrer. Certamente ocorre um atordoamento após certo tempo, como se pode imaginar, mas não sabemos realmente o impacto sobre o peixe enquanto ele está consciente e, até prova em contrário, não parece um método muito aconselhável.

    8- Método da Desidratação
    Simplesmente retira-se o peixe da água e o deixa secar ao ar. Ele não mata o peixe imediatamente, mas apenas o atordoa e lhe tira a "consciência", mais ou menos como o CO2 e principalmente pela impossibilidade de funcionamento das funções cerebrais do peixe. Mas também é demorado e muito criticado por isto, produzindo perda das funções branquiais levando à asfixia. Como é um método desagradável também para o aquarista, não é recomendável. No entanto, junto com o congelamento, é o método pelo qual morre a maior parte dos peixes para nossa alimentação.

    C. Métodos Mecânicos

    9- Método da Decapitação
    Viável para peixes não muito grandes. Coloca-se o peixe de lado sobre uma tábua e usa-se uma faca como guilhotina para separar a cabeça em um só golpe. Deve ser feita com atordoamento ou anestesia previa do peixe, embora muitos não façam assim.

    10- Método da Secção Espinhal
    Alternativa à decapitação para peixes maiores, mas não é o melhor pois o peixe estaria vivo enquanto o O2 não lhe faltasse completamente. Seus olhos estão ligados diretamente ao cérebro, como talvez outros nervos que não saiam da medula, como em outros animais que tem nervos craneanos. Pode haver sofrimento embora o peixe não mostre movimento por causa da secção da medula, mas muitos consideram esta como a melhor opção para o peixe. Você deita o peixe de lado, pega um facão e corta a espinha dorsal dele, logo atrás da cabeça. O problema com este método é que quem não tiver vocação para cirurgião poderá ter dificuldades em o fazer.

    12- Método do Esmagamento
    Aplicável a peixes pequenos. Coloca-se o peixe dentro de saco plástico, deita-se este sobre uma superfície plana, e se o atinge abruptamente com um objeto pesado e com superfície de choque plana para um esmagamento rápido e total. A morte é instantânea e consequentemente indolor, no entanto, esteticamente tem peso negativo. É cruento e, embora rápido, a cena deve ser pouco agradável para aquele que a pratica. Também não há duvidas de que só seria realmente seguro com peixes bem pequenos...com peixes maiores talvez a eficiência quanto ao tempo e diminuição de sofrimento ficasse comprometida, por não conseguir-se completar o ato de uma só vez.

    13- Método da Concussão
    Alternativa para os peixes bem maiores. Coloca-se o indivíduo num saco plástico, e num golpe rápido e potente, bate-se o saco com força contra uma superfície dura - de tal forma a causar-lhe traumatismo craneo-encefálico (TCE) e ruptura de seus órgaos. Se o aquarista não se sentir mal em o fazer, talvez seja aceitável, no entanto é importante notar que ele pode produzir apenas concussão cerebral e não se pode parar aí pois o TCE simplesmente não é sinônimo de morte. Neste caso tem que se ser seguido de outra ação que efetivamente garanta sua morte.

    Duvidas

    Quais os diferentes tipos de aquário ?

    Não existe normas ou regras determinadas para montar um aquário. Você poderá montá­lo conforme a sua imaginação, mas existem alguns conceitos básicos.
    Num aquário comunitário procure sempre colocar peixes e plantas que exijam o mesmo tipo de iluminação, condição da água, espaço interno e tipo de alimentação.
    Aquários de peixes da mesma espécie e família, devem atender às necessidades específicas da espécie em questão.
    Exitem também os aquários biótopos. São aquários com peixes, plantas, substratos, rochas e adornos do mesmo local natural. Ex. aquário de Discus, plantas, troncos, rochas e sedimento da região do Amazonas.
    O aquário quarentena serve para manter os peixes separados dos outros assim que comprados para diagnosticar possíveis doenças que podem vir sem por em risco a saúde dos demais.
    O aquário hospital serve para manter os peixes doentes separados para o tratamento.
    O aquário de criação é necessário para manter com segurança os alevinos, até que eles tenham crescido o suficiente para não serem devorados pelos peixes maiores.
    O aquário de reprodução consiste num tipo de aquarismo avançado, deve ser praticado por criadores com experiência pois requer critérios. voltar

    2- Onde colocar o meu aquário ?

    Escolha um local apropriado, de preferência longe da luz do sol, pois a radiação solar ajuda na proliferação de algas. O local deve ser firme e plano, (não sujeito a oscilações). Após a definição do local certifique-se que o lugar seja ideal mesmo, para não ter que mudá-lo depois de montado.

    3- Como decorar o meu aquário ?

    Na decoração de seu aquário solte a sua imaginação. Você é que construirá a paisagem subaquática, mas lembre-se que também é muito importante fazer a decoração de acordo com o tipo de peixe que você deseja criar. Você pode montar o seu aquário conforme a habitat natural dos seus peixes, ou totalmente diferente, você é quem manda. Procure usar materiais isentos de metais, corais mortos e conchas do mar, pois devido a suas propriedades tóxicas não são apropriados para aquários de água-doce. Não exagere na quantidade de materiais decorativos. Lembre-se, os peixes também precisam de espaço para nadarem e se esconderem.

    4- Posso encher o meu aquário com água da torneira ?

    Não, em hipótese alguma você deverá encher o seu aquário com água da torneira, pois nela existem elementos prejudiciais para a saúde dos peixes e plantas.Lembre-se a água é o principal elemento do seu aquário, "Água limpa é peixe sadio", pois bem, trate sua água antes de colocá-la no aquário, use um bom anti-cloro e também um condicionador, ele irá proteger as guelras e mucosas dos peixes de todas as substâncias nocivas que a água da torneira possa ter. Além disso você deve prestar atenção no tipo de água que seus peixes precisam para viverem bem. Ex. água alcalina ou ácida, água dura ou mole e assim por diante.

    5- Como calcular a capacidade em litros do aquário ?

    É muito simples, basta usar esta regrinha:
    Largura(cms) X Altura(cms) X Profundidade(cms) dividido por 100 = CAPACIDADE EM LITROS


    6- Que filtro eu posso usar ?

    Existem vários tipos de filtros internos ou externos, além das velhas e conhecidas bombas de ar. Cada tipo de filtro tem a sua função e você deverá escolhê-lo com muita atenção pois ele é o coração do aquário. Ele é o responsável pela eliminação das partículas em suspensão e das impurezas, resultado da desintegração biológica das substâncias tóxicas que se acumulam devido aos restos de comida. Porém, por melhor se seja o filtro ele não substitui a troca parcial periódica de água.
    Bombas de ar: Ainda muito usadas pelo seu baixo custo, mas se tornam ineficientes para aquários com capacidade acima de 30 litros. É usada em conjunto com filtro biológico ou filtro copo, pois o material filtrante (perlon) não é o suficiente para dar boa qualidade para água.
    Filtro biológico: Ainda hoje equipa a maioria dos aquários de água-doce, pelo seu baixo custo. Consiste de placas fechadas cobertas de pequenos furos para circulação da água que encaixadas no fundo do aquário com uma saída em uma extremidade (torre), para o encaixe da bomba submersa ou bomba de ar, que quando coberto de cascalho ou pedras (substrato), a bomba submersa ou bomba de ar puxa a água fazendo com que ela circule, de cima para baixo passando pelas pedras (substrato) e pela placa biológica filtrando a água propiciando no seu interior a proliferação e a cultura de bactérias e voltando limpa pela torre, por isso o nome "filtro biológico".
    Filtro externo: Atualmente o melhor filtro para aquários grandes ou pequenos pelo seu alto desempenho. Normalmente esses filtros são importados e caros, mas não se assuste, vale a pena ter um no aquário. Esses filtros facilitam muito a vida do aquarista, pois são filtros que agregam vários sistemas de filtragem. O filtro externo além de movimentar e oxigenar a água, faz com que a água passe pelo filtro dry-wet, como nome já diz, consiste de uma placa de material plástico com muitas saliências e ranhuras que na passagem da água sempre acabam ficando espaços molhados e secos propiciando a proliferação de cultura de bactérias, essenciais para a biologia do aquário, filtro perlon (lã filtrante) e por último pelo carvão ativado. Existem várias marcas no mercado em geral todas são ótimas, mas antes de comprar converse com algum lojista de confiança, para ajudá-lo a comprar o melhor filtro externo para o seu aquário.

    7- Preciso de aquecedor ?

    A maioria dos peixes ornamentais tropicais, necessitam de um controle de temperatura, já que a necessária para esses peixes é de 24°C e a temperatura interna de uma casa gira em torno de 18°C a 21°C. A oscilação da temperatura pode fazer com que seus peixes fiquem com a resistência baixa e assim fiquem doentes, pois as bactérias estão na água e convivem muito bem quando os peixes estão com saúde.

    8- Como escolher os peixes na loja ?

    Antes de comprar os peixes certifique-se que o seu aquário esteja no mínimo uma semana montado e com a água girando. Passado isso, escolha os peixes pela cor (compare as cores e leve os que tenham as cores vivas), atente-se para as nadadeiras e guelras pois às vezes as nadadeiras e guelras dos peixes da loja ficam desfiados ou faltando pedaços por causa de brigas, tente escolher o menos avariado. Preste atenção no comportamento deles, não leve peixes que pareçam amudados ou quietos demais. Certifique-se de que os peixes estão bem embalados, pois você irá levá-los para sua casa. Se você morar longe da loja, peça para o logista colocar oxigênio dentro do saco onde estão os peixes.

    9- Como soltar os peixes no meu aquário ?

    Depois de escolhidos e devidamente embalados pelo logista, leve-os para sua casa siga o procedimento de soltura no seu aquário.
    Coloque os sacos plásticos ainda fechados boiando na água do seu aquárioe deixe por cerca de 20 minutos. Este tempo será suficiente para que a temperatura da água do interior do saco se iguale ao do interior do aquário.
    10- Como alimentar o meus peixes ?

    Você deverá propiciar uma alimentação variada e correta. Escolha uma ração que atenda as necessidades básicas dos peixes e que não turve a água. Existem no mercado inúmeras marcas de rações. Faça pesquisa ou converse com o lojista e escolha uma alimentação balanceada para os seus peixes. Alimente-os várias vezes ao dia, mais ou menos de 3 a 4 vezes e em pequenas quantidades, pois desta forma evita-se de deixar restos de ração no fundo do aquário que irão prejudicar a água. Preste atenção na quantidade, não dê mais do que eles podem comer em 2 ou 3 minutos.
    11- O que é PH ?

    O PH é a medida de todos os elementos ácidos ou alcalinos presentes na água (substâncias que acidificam ou tornam a água alcalina). O PH 7 é neutro, isso quer dizer que acima desse patamar a água torna-se alcalina e abaixo ácida. Sabendo que a qualidade da nossa água e das nossas reservas naturais variam de um lugar para o outro entrando em contato com elementos diversos o controle do PH torna-se cada vez mais importante. Todos os peixes e animais aquáticos são muito sensíveis quanto a variação do valor do PH. voltar

    12- O que é GH ?

    GH significa a dureza total da água e é determinada por sais diversos (sais de cálcio e de magnésio). Quando a presença de sais é alta, dizemos que a água é dura, quando é baixa dizemos que a água mole. A dureza total da água influência nas funções orgânicas dos peixes, plantas e invertebrados, nos peixes o mais comum é prejudicar as guelras e nadadeiras. voltar

    13- O que é KH ?

    A nossa água contém como ingrediente salino o bicarbonato (além dos sais de cálcio e de magnésio). O KH é a dureza dos carbonatos, ela é a soma de todos os sais de cálcio e magnésio dissolvidos na água. Eles desempenham importante papel na química do aquário.

    14- O que é NO² ?

    O nitrito (NO²) é o produto da desintegração do nitrogênio, que em quantidades elevadas (mais de 0,2 mg por litro) torna-se prejudicial para os peixes. O alto valor do nitrito indica que existe algum problema na desintegração do nitrogênio no aquário, portanto deve ser medido regularmente.

    Doenças dos peixes

    Doenças causadas por protozoários e outros parasitas

    Protozoários são pequenos seres formados por uma única célula. Podem apresentar duas fases no seu ciclo de vida: a forma de cistos e a forma livre-natante. Na maioria das vezes eles se manifestam quando ocorre uma queda brusca na temperatura da água.
    Para o tratamento de doenças causadas por protozoários e outros parasitas, recomenda-se o uso de Labcon Ictio, um parasiticida extremamente eficiente. A elevação da temperatura da água para a faixa entre 27 e 30 ºC contribui para acelerar o ciclo de vida do protozoário, diminuindo o período de encistamento e aumentando a eficácia do tratamento. Muitas vezes as manifestações de protozoários podem estar associadas a infecções causadas por fungos e bactérias oportunistas. Desta forma, quando há detecção dos mesmos, é recomendado o uso conjugado do Labcon Ictio com o Labcon Aqualife (no caso de fungos) e do Labcon Bacter (no caso de bactérias).

    Ictiofitiríase

    Nomes comuns: Íctio ou Doença dos Pontos Brancos.
    É causada pelo protozoário Ichthyophthyrius multifiliis, que normalmente se manifesta quando os peixes são submetidos a quedas bruscas de temperatura. No estágio inicial da infestação o peixe se esfrega no fundo e nos objetos de decoração do aquário. As nadadeiras ficam mais fechadas, ocorre perda de apetite e a respiração se torna ofegante. Surgem então pequenos pontos brancos espalhados por toda a superfície do corpo e nadadeiras.
    Os pontinhos brancos são na verdade a fase cística e a forma mais resistente do protozoário. Depois do período de amadurecimento, o cistos se desprendem do peixe e vão para o fundo do aquário. Eles então eclodem e liberam novos protozoários infestantes que irão se fixar novamente no peixe, até amadurecerem e fechar o ciclo. O tratamento da doença consiste em combater os protozoários na forma livre, que é a forma menos resistente. Isto é conseguido com a aplicação do medicamento na água do aquário.

    Oodiniose

    Nome comum: Doença do Veludo.
    Causada pelo protozoário Oodinium pilullaris. Este protozoário também costuma se manifestar quando ocorrem quedas bruscas de temperatura. Falta de apetite, emagrecimento, respiração ofegante, perda de equilíbrio e numerosos pontinhos dourados conferindo ao peixe uma aparência aveludada, são os principais sintomas desta doença. Ela é muito contagiosa e espalha-se rapidamente no aquário. Seu ciclo de vida é semelhante ao do protozoário causador do Íctio. É comum constatar sintomas de asfixia nos peixes infectados. Deve-se associar Labcon Ictio e Labcon Aqualife no tratamento.

    Costiose

    Nome comum: Costia.
    Pode ser causada pelos protozoários Ichthyobodo sp. (Costia sp.), Chilodonella sp., Cylochaeta sp. e Brooklynella sp. entre outros. Os peixes apresentam o corpo com aspecto esbranquiçado ou nebuloso, falta de apetite e presença de ramificações vermelhas nas nadadeiras. Deve-se associar Labcon Ictio e Labcon Aqualife no tratamento.

    Olhos Embaçados ou Dactylogirose

    Causada pelos trematodos monogenéticos Dactylogirus sp. e Gyrodactylus sp. Os peixes apresentam os olhos cobertos com uma espécie de névoa, inchaço das brânquias, respiração ofegante, falta de apetite e outros sintomas associados às infecções por fungos ou bactérias. Deve-se associar Labcon Ictio e Labcon Aqualife no tratamento.

    Doenças causadas por bactérias:

    No aquário, possuímos dois grupos de bactérias: as benéficas (encontradas no filtro biológico) e as maléficas que causam danos aos peixes. Estas podem se manifestar quando peixe passa por situações de estresse, que diminuem sua capacidade imunológica e a produção do muco protetor que recobre as escamas. Quando isto acontece, um ou vários tipos de bactérias podem atacar os peixes ao mesmo tempo. O tratamento consiste na aplicação do Labcon Bacter, um excelente bactericida de largo espectro. Muitas vezes, porém, as infecções bacterianas podem estar acompanhadas por fungos ou protozoários, sendo que nestes casos o uso conjugado do Labcon Aqualife auxilia no tratamento.

    O tratamento de bacterioses deve ser complementado com o uso da ração medicamentos Alcon Cure, que contém um antimicrobiano em sua formulação. Juntamente com o alimento, o peixe ingere o medicamento, auxiliando muito em sua recuperação.

    Eis alguns sintomas das doenças causadas por bactérias:

    Olhos Inchados (Pop-eye)
    Os olhos apresentam-se inchados e com o aspecto "saltado". Os peixes com olhos inchados podem ainda apresentar a barriga inchada e as nadadeiras roídas.

    Hidropsia
    Manifesta-se quando ocorre uma infecção bacteriana que provoca a paralisia dos órgãos internos dos peixes, provocando o aumento do volume ventral, bem como o eriçamento das escamas.

    Tuberculose ou Barriga Seca
    Também associada à queda na qualidade da água. O peixe torna-se magro, com o ventre retraído. Pode haver perda de escamas, descoloração do peixe e destruição das nadadeiras.

    Buracos na Cabeça (Hole-in-head)
    Conhecida também como doença dos Ciclídeos. Sintoma ligado ao protozoário Hexamita sp. e possivelmente a bactérias. Ocorre abertura de feridas no peixe que acabam tornando-se verdadeiros buracos. Podem ocorrer outros sintomas associados às doenças causadas por bactérias, como hidropsia.

    Septicemia
    Resultante de infecção bacteriana generalizada, a septicemia provoca o surgimento de vasinhos sanguíneos dilatados na base das nadadeiras e ao redor dos olhos. As nadadeiras mostram-se roídas e desbotadas. Em casos avançados, pode causar a perda das nadadeiras.

    Fungo na Boca (Cotton mouth)
    Apesar do nome, normalmente é causada pela ação da bactéria Flexibacter columaris. Possuí como característica a presença de pequenos filamentos ou tufos de algodão formando uma grossa camada ao redor da boca. É comum a ocorrência simultânea de fungos.

    Doenças causadas por fungos:

    Possuem como característica o surgimento de estruturas presas aos peixes semelhantes a tufos de algodão. São consideradas doenças oportunistas que se manifestam quando ocorre uma queda na qualidade da água, responsável pela queda no sistema imunológico dos peixes, tornando-os suscetíveis à doença.
    Para o tratamento de doenças causadas por fungos utiliza-se Labcon Aqualife. Se os fungos estiverem acompanhados por bactérias ou protozoários, recomenda-se o uso conjugado do Labcon Bacter e do Labcon Ictio respectivamente.

    Doença do algodão ou Saprolegniose
    Causada principalmente pelos fungos Saprolegnia sp., Achlya sp. e Ichthyosporidium sp.. O peixe apresenta tufos semelhantes a algodão na superfície do corpo ou nadadeiras. Muitas vezes pode haver perda de escamas.

    Doenças causadas por bactérias

    No aquário, possuímos dois grupos de bactérias: as benéficas (encontradas no filtro biológico) e as maléficas que causam danos aos peixes. Estas podem se manifestar quando peixe passa por situações de estresse, que diminuem sua capacidade imunológica e a produção do muco protetor que recobre as escamas. Quando isto acontece, um ou vários tipos de bactérias podem atacar os peixes ao mesmo tempo. O tratamento consiste na aplicação do Labcon Bacter, um excelente bactericida de largo espectro. Muitas vezes, porém, as infecções bacterianas podem estar acompanhadas por fungos ou protozoários, sendo que nestes casos o uso conjugado do Labcon Aqualife auxilia no tratamento.

    O tratamento de bacterioses deve ser complementado com o uso da ração medicamentos Alcon Cure, que contém um antimicrobiano em sua formulação. Juntamente com o alimento, o peixe ingere o medicamento, auxiliando muito em sua recuperação.

    Eis alguns sintomas das doenças causadas por bactérias:

    Olhos Inchados (Pop-eye)
    Os olhos apresentam-se inchados e com o aspecto "saltado". Os peixes com olhos inchados podem ainda apresentar a barriga inchada e as nadadeiras roídas.

    Hidropsia
    Manifesta-se quando ocorre uma infecção bacteriana que provoca a paralisia dos órgãos internos dos peixes, provocando o aumento do volume ventral, bem como o eriçamento das escamas.

    Tuberculose ou Barriga Seca
    Também associada à queda na qualidade da água. O peixe torna-se magro, com o ventre retraído. Pode haver perda de escamas, descoloração do peixe e destruição das nadadeiras.

    Buracos na Cabeça (Hole-in-head)
    Conhecida também como doença dos Ciclídeos. Sintoma ligado ao protozoário Hexamita sp. e possivelmente a bactérias. Ocorre abertura de feridas no peixe que acabam tornando-se verdadeiros buracos. Podem ocorrer outros sintomas associados às doenças causadas por bactérias, como hidropsia.

    Septicemia
    Resultante de infecção bacteriana generalizada, a septicemia provoca o surgimento de vasinhos sanguíneos dilatados na base das nadadeiras e ao redor dos olhos. As nadadeiras mostram-se roídas e desbotadas. Em casos avançados, pode causar a perda das nadadeiras.

    Fungo na Boca (Cotton mouth)
    Apesar do nome, normalmente é causada pela ação da bactéria Flexibacter columaris. Possuí como característica a presença de pequenos filamentos ou tufos de algodão formando uma grossa camada ao redor da boca. É comum a ocorrência simultânea de fungos.

    DICAS

    1. Nunca mexa na água do aquário com os equipamentos ligado à tomada, pois você poderá tomar choque, é difícil isso acontecer, mas é melhor prevenir.

    2. Quando for mexer na água do aquário, certifique-se que sua mão esteja limpa, e não contenha nenhum resíduo de sabão ou qualquer outro tipo de material tóxico, pois pode ser fatal para os seres que estão dentro do seu aquário.


    3. Quando for montar o seu aquário, ao limpar a cuba de vidro por dentro, nunca utilize sabão, como mencionado acima, o sabão pode ser fatal para os seres que futuramente habitarão o seu aquário, para limpar, passe um pano levemente úmido com álcool e espere secar muito bem.


    4. Procure comprar equipamentos que tenham nome no mercado, não economize com eles, pois são equipamentos feitos especialmente para o hobby, nunca improvise nada que você não tenha certeza que vai dar certo, porque pode dar tudo errado, e o dinheiro que você vai gastar com o improviso, na maioria das vezes dá para comprar um equipamento de nome.


    5. Quando for colocar algum peixe, invertebrado ou qualquer outro animal dentro do aquário, apague as luzes, para que os animais que já estão no aquário, não estranhem o novo habitante, e não haja briga entre eles.


    6. A quantidade de Estrôncio recomendada semanalmente é de 2 ml. para cada 450 litros de água do aquário. É essencial para algas calcáreas.


    7. A densidade ideal para um aquário marinho é de 1.022 a 1.025 a 24°C.


    8. O nível máximo de Nitrato tolerado no aquário marinho é de 1 ppm ou 1 mg/Litro.

    9. A areia de coral no fundo do aquário tem a função de servir de habitat para bactérias anaeróbicas que ajudam a eliminar o Nitrato da água.


    10. De um modo simplificado pode-se afirmar que a água do mar contém 35 gramas de sal/litro.


    11. O nível máximo de Fosfato tolerado no aquário marinho é de 1 ppm ou 1 mg/Litro. Deve-se tomar cuidado com a introdução no aquário dos seguintes produtos: Carvão ativado, Vitaminas, Flocos, Alimento industrializado e Alimento líquido para invertebrados. Procurar no rótulo do produto, a seguinte expressão: "LIVRE DE FOSFATOS".


    12. A dosagem ideal de KALKWASSER a ser utilizada no aquário semanalmente é de 1 colher de chá para cada 5 litros de água doce usada para repor a água evaporada do aquário.


    13. Uma ótima solução para se controlar o pH da água do aquário é utilizar um medidor eletrônico de pH de boa marca e bem calibrado.


    14. A temperatura ideal para se manter em aquários de corais vivos, é de 23,5° a 24,5°C.


    15. Na troca semanal de água do aquário, utilizar água deionizada ou desmineralizada para misturar ao sal.


    16. Dry-Wet - proibido em aquários de corais vivos por aumentar os níveis de nitrato na água.


    17. A circulação de água do aquário deve ser de 20 vezes o seu volume de água (total dos equipamentos).


    18. O carvão ativado (sem fosfatos ou nitratos) deve ser trocado pelo menos 1 vez por mês. Ele retira fenóis da água, além de outros elementos prejudiciais.


    19. As Zooxantelas são algas que vivem em simbiose com os corais (fornecem alimento aos corais com boa incidência de luz).

    Descrição poecilidios

    Sua cauda longa e pontiaguda, sua coloração geralmente vermelha faz que este peixe seja muito conhecido. O Xiphophorus Helleri tem sua coloração verde pois ainda na fase selvagem. Peixe geralmente pacifico, mas dependendo do seu habitat pode se tornar meio agressivo. O espada é suscetível a doenças de pele como o oodium e alguns parasitas sendo o mais comum o Ictio. Esse peixe pode viver com platys até o ponto de se acasalarem, e reproduzirem. Apesar de viver em temperaturas mais baixas(20 graus), NUNCA deve permanecer em temperaturas abaixo de 25 graus, pois pode ficar facilmente doente e se alimentar pouco. Sempre devemos usar uma regra básica; para cada macho três fêmeas, pois eles adoram correr atras delas para "Namorar" e acabam estressando-as. Sua alimentação não é muito exigente, podemos alimenta-lo com ração na fase adulta, mas sempre procure as melhores. Sendo um Poecilideo, sua reprodução é parecida com os Guppys e Molinésias, porem devemos separar os pais assim que a fêmea der "a luz" pois certamente vão se alimentar dos filhotes. O Macho difere da fêmea pela sua cauda longa e pontiaguda.

    TemperaturaReproduçãoOrigemPhDhIluminaçãoAlimentação
    22 a 27 GViviparoAmerica Central7.08Média 8 hs DiaSuperficie-Centro
    Muito teríamos para falar do Guppy (Poecilia reticulata) , as linhagens, campeonatos, grupos, etc... Porém faremos um pequeno comentário a respeito, pois deixaremos uma edição especial para ele, e mesmo assim não conseguiríamos dizer tudo., teríamos que adquir um novo Site. O Guppy é extremamente pacifico, são de nado lento, com corpo pequeno e uma cauda linda, muito encontrado na Bacia Amazônica, não muito exigente quanto a alimentação, porém deve ser de boa qualidade. Os Guppys devem ser criados sozinhos em aquários, não recomendado em aquários comunitários, essa é nossa opinião. É um peixe muito vulnerável a ser atacado rotineiramente por outros peixes, mesmo que pequenos ou de menor porte, pela lentidão de seus movimentos e da cauda grande . A variação de temperatura não deve existir, portanto adquira termostatos de boa qualidade. Sua reprodução é fácil, o macho procura a fêmea a todo o momento, então deve-se adquirir 3 fêmeas para cada macho. Após o acasalamento, a fêmea começara a ficar barriguda e após 40 dias no máximo ela "dará a luz", de 50 a 80 filhotes que já estarão aptos a nadar e a se alimentar horas depois do parto da fêmea. Devemos oferecer aos filhotes nauplius de artemias que podem ser inseridos no aquário. Os filhotes também se alimentam de rações para alevinos. O aquário deve ser bem plantado de forma que os filhotes possam se refugiar e se esconder nos primeiros dias dos próprios pais, já que podem tentar atacar sua cria. Na terceira a quarta semana já se pode distinguir os machos das fêmeas pela coloração em seu corpo e cauda.
    TemperaturaReproduçãoOrigemPhDhIluminaçãoAlimentação
    26 a 28 GVivíparo América do Sul6.8 a 7.28Média 10 hs DiaSuperfície, Centro

    A Poecilia Sphenops, peixe interessante , muito popular os especialistas dizem que não são realmente de água doce e sim salobra, quando li a respeito a anos atras me surpreendi, pois achava que realmente seriam de água doce, mas fazendo alguns testes observamos que as Molinésias ficaram menos suscetíveis a doenças, mas não significa que não podem viver em água doce, porem observar as condições da água e temperatura. Seu comportamento é pacifico e muito fácil de ser reproduzido, as molinésias gostam de se alimentar de algas e alimentos vegetais, mas aceitam rações de todos os tipos e principalmente alimenta-los com rações a base de vegetais, pois necessitam para seu bem estar. A espécie mais comum é a negra, encontrado facilmente em lojas do ramo. O aquário deve ser de no mínimo 50 litros para que vivam bem, pode ser criado em aquários comunitários. Quanto a sua reprodução é fácil, o macho procura a fêmea a todo o momento, então deve-se adquirir 3 fêmeas para cada macho. Após o acasalamento, a fêmea começara a ficar barriguda e após 40 dias no máximo ela "dará a luz", de 50 a 80 filhotes que já estarão aptos a nadar e a se alimentar horas depois do parto da fêmea. Devemos oferecer aos filhotes nauplius de artemias que podem ser inseridos no aquário. Os filhotes também se alimentam de rações para alevinos. O aquário deve ser bem plantado de forma que os filhotes possam se refugiar e se esconder nos primeiros dias dos próprios pais, já que podem tentar atacar sua cria. Na terceira a quarta semana já se pode distinguir os machos das fêmeas pela coloração em seu corpo e cauda.
    TemperaturaReproduçãoOrigemPhDhIluminaçãoAlimentação
    26 a 28 GVivíparo América do Sul7.0 a 7.410Média 10 hs DiaSuperfície, Centro
    Os platis são peixes pacíficos e não necessitam de muitas exigências, muito reprodutivos e belos.
    Aquaristas e cientistas garantem que são milhares as variações de cores dos Platis, Estes peixes tem uma facilidade em adquirir Tuberculose e Ictio, não gostam de variações de temperatura. A cor mais encontrada é vermelho sangue , com manchas pretas. São parecidos com as Molinesias em seu formato. Quanto a sua alimentação, gostam mais de rações em flocos, além da alimentação viva como as Artemias. Podem chagar a medir 6 centímetros em aquários. Quanto a sua reprodução devemos acrescentar que é muito parecida com as Molinésias, devemos apenas deixar um macho para cada 3 fêmeas. Podem dar cria a mais de 35 filhotes a cada 40 dias e o aquário deve estar com plantas em abundância pois os Platys podem se alimentar de sua cria. Artemias vivas (nauplius) é a alimentação indicada para os filhotes nos primeiros dias, logo depois , devem ser alimentados com ração especial para alevinos. Esta espécie sofre vários estudos científicos no que se refere a sua genética, talvez o motivo de tantas variações de cores. Indicado para aquaristas menos experientes, o Plati é facilmente domesticável, pois facilmente se alimenta na mão do aquarista.
    TemperaturaReproduçãoOrigemPhDhIluminaçãoAlimentação
    23 a 28 GViviparoMexico7.0 a 7.24 a 6Média 10 hs DiaSuperficie